quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Coliseu de Lisboa, 21 de Novembro de 2007

"...Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar..."

3 comentários:

  1. Anónimo09:37

    E pensar que tudo começou no Metro, em Paris...
    A esquecer-se das letras, com uns copitos a mais ou não, com aquela voz tão característica, o homem tem dentro de si um poeta!
    Bravo!

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  2. Anónimo15:25

    "Eu venho do nada, porque arrasei o que não quis,
    Em nome da estrada, onde só quero ser feliz,
    Enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada,
    vai beijar o homem bomba, quero adormecer.
    Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo,
    O que não vivi, um dia hei-de inventar contigo,
    Sei que não sei, à vezes entender o teu olhar,
    Mas quero-te bem, enconsta-te a mim."

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  3. Anónimo15:28

    "Se eu fosse compositor,
    Compunha em teu louvor,
    Um hino triunfal.
    Se eu fosse crítico de arte,
    Havia de declarar-te
    Obra prima à escala mundial.
    Mas eu não passo de um homem vulgar..."

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